Como é que, no imediato, os telemóveis, os computadores e as redes inteligentes nos podem ajudar na resposta à Covid-19?
Um pequeno exemplo. O serviço nacional de saúde inglês tem uma aplicação que faz o seguinte: todas as pessoas que têm conhecimentos de CPR estão numa rede, e se houver alguém que tenha um ataque cardíaco, o sistema envia uma mensagem para as pessoas que estejam próximas para ver se têm disponibilidade de ir fazer as primeiras manobras de ressuscitação. Este tipo de aplicações fazem a diferença entre salvar uma vida [e não salvar]. Como esta, existem muitas outras. Obrigou a quê? A ter dados abertos. É um exemplo de uma aplicação que pode estar enquadrada num projecto de smart cities [cidades inteligentes] em Inglaterra, em Portugal, em Itália, onde quer que seja. Qual é a diferença, aplicando à Covid? Poderíamos ter um tipo de aplicação similar que nos dissesse, através de uma aplicação de telemóvel, se no raio de um quilómetro, por exemplo, há situação de pessoas infectadas.
Informação sobre desinfecção de locais, por exemplo, hotéis ou restaurantes, também pode ser integrada num sistema informático e disponibilizada aos utilizadores de uma rede?
Completamente.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.










