Há coisas com que não se brinca – e uma delas é a cornucópia da Alcôa, que segue uma receita com centenas de anos e se tornou instituição na cidade de Alcobaça, mas, também, no universo da doçaria conventual.
Um dos segredos “é ser feita, manualmente, tal como se fazia há cinco séculos atrás, pelas freiras, nos conventos”, explica Paula Alves. Mas, há outros, a começar pela matéria-prima, cuja qualidade é de primeira selecção, sem produtos pasteurizados.
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