PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Sociedade

Eólicas produzem energia suficiente para toda a população do distrito

O primeiro foi instalado há 15 anos, na costa da Nazaré. Hoje são já 14 os parques eólicos existentes no distrito, que produzem energia suficiente para abastecer mais de meio milhão de pessoas.

Maria Anabela Silva Maria Anabela Silva
18 de Abril de 2019
em Sociedade
Eólicas produzem energia suficiente para toda a população do distrito
Share on FacebookShare on Twitter

Há 15 anos, entrava em funcionamento o primeiro parque eólico na região, o da Senhora de Vitória, localizado na costa da Nazaré, com capacidade para produzir energia suficiente para abastecer cerca de 19 mil pessoas. Uma década e meia volvida, existem 14 parques no distrito que, em 2017, foram responsáveis pela produção de 705 GWh (gigawatts- hora), de acordo com dados fornecidos pela Secretaria de Estado da Energia ao JORNAL DE LEIRIA.

Um valor suficiente para abastecer cerca de 552 mil pessoas – considerando um consumo médio por habitante de 1227 KWh (quilowatt-hora –, ou seja, mais do que a totalidade da população do distrito, que ronda os 458 mil residentes.

Segundo cálculos da APREN Associação Portuguesa de Energias Renováveis, a produção eólica no distrito, registada em 2017 (últimos dados disponíveis), corresponde a 2.960 horas de energia, tendo em conta a potência instalada na região.

Olhando para os dados do total de energia consumida no distrito, disponíveis no portal Pordata, é também possível concluir que os 705 GWh produzidos equivalem a 28% dos consumos, incluindo não só os domésticos mas também os industriais e outros.

A nível nacional, os números indicam que, em 2017, a eólica foi responsável por 21% do total de energia produzida em Portugal, sendo, nesse ano, a fonte renovável com maior fatia de energia produzida. No ano seguinte, a hídrica registou uma produção maior (ver gráficos).

 [LER_MAIS] “Ter 28% de energia produzida a partir das eólicas é já bastante relevante”, diz Domingos Patacho, presidente do Núcleo Regional do Ribatejo e Estremadura da Quercus, reconhecendo o “grande impacto” que este sector teve no incremento da energia renovável, quer na região quer no País, “também muito graças aos incentivos dados” à instalação de aerogeradores, que fizeram desta “uma actividade mais interessante, do ponto de vista económico, do que à partida seria”.

Paulo Lucas, dirigente da Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, lamenta, contudo, que tenha havido “pouca avaliação estratégica a nível ambiental do que se queria fazer”. O que, diz, levou por exemplo, à construção de parques “a mais” em áreas protegidas.

“A bem da energia renovável, o Estado permitiu que se instalassem aerogeradores em locais onde devia haver mais cautelas do ponto de vista ambiental”, acrescenta Domingos Patacho, dando como exemplo o parque eólico de Alvaiázere, situado em área classificada como Rede Ecológica Nacional (REN) e Rede Natura, com habitats protegidos por directivas europeias.

País quer ter 47% de energia renovável em 2030

Apesar das críticas, os dois ambientalistas não têm dúvidas em considerem “inegáveis” e “inquestionáveis” os benefícios do incremento que a eólica teve na última década e meia e que, em grande parte, permitiu que Portugal esteja hoje próximo da meta definida para 2020 de ter 31% de energia produzida a partir de fontes renováveis.

Os últimos dados divulgados pelo Eurostat (organismo de estatísticas da União Europeia), referentes a 2016, revelam que, nesse ano, 54% da energia consumida em Portugal teve origem renovável, ficando a 2,9 pontos percentuais de cumprir aquela meta.

Para 2030, a União Europeia traçou, no ano passado, a obrigatoriedade de os Estados-Membros terem 32% de energia obtida a partir de fontes renováveis, mas Portugal foi mais longe e no Plano Nacional de Energia e Clima 2030 definiu como objectivo chegar aos 47%.

Recém-eleito presidente da APREN, Pedro Amaral Jorge, acredita que, embora “ambiciosa”, a meta é concretizável. Há, no entanto, várias questões que, no seu entender, podem dificultar essa concretização, como a “instabilidade regulatória e fiscal, a não simplificação dos processos de licenciamento e do licenciamento ambiental, em particular aplicável às centrais de produção de electricidade renovável, quer seja eólica, hídrica ou solar, e o acesso ao financiamento e investimento necessários à construção de toda a potência definida no Plano Nacional de Energia e Clima 2030”.

Por seu lado, Paulo Lucas defende que é necessária uma aposta mais forte no fotovoltaico, nomeadamente em unidades de pequena escala e na produção descentralizada. “Há um potencial enorme. Portugal tem muitas horas de sol e cerca de 500 mil hectares de áreas artificializadas – zonas urbanas e industriais -, que já estão degradadas pela acção humana. Por que não aproveitá-las para a produção energética?”, questiona o ambientalista.

No seu entender, o País deveria apostar “a sério” numa política de “isenção e benefícios fiscais, permitindo aos contribuintes investir no fotovoltaico, com garantia de um retorno mais rápido do investimento”. O dirigente da Zero defende ainda uma alteração à Lei que permita aos condomínios vender energia.

“Há uma promessa do secretário de Estado da Energia nesse sentido. Se assim for, poderá haver um incremento significativo do fotovoltaico”, refere, apontando também a importância de se apostar no micro-eólico e na instalação de aereogeradores também em matas nacionais, algumas delas, como a de Leiria, localizadas em áreas “com potencial eólico”. Seria, diz, também uma forma de financiar o investimento que essas matas necessitam.

Tópicos: distritoenergia eólicaLeiriaparques eólicossociedade
PartilharTweet

Mais informação

Livro relata a experiência do autarca com a crise Kristin
Sociedade

Gonçalo Lopes escreve livro sobre a experiência com a tempestade Kristin

28 de Outubro de 2026
Factos foram julgados no Tribunal de Leiria
Sociedade

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado
Viver

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Próxima publicação
Economia está a criar empregos, mas salários continuam estagnados

Economia está a criar empregos, mas salários continuam estagnados

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Gonçalo Lopes escreve livro sobre a experiência com a tempestade Kristin

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

MAIS VISTOS

Livro relata a experiência do autarca com a crise Kristin

Gonçalo Lopes escreve livro sobre a experiência com a tempestade Kristin

28 de Outubro de 2026
Factos foram julgados no Tribunal de Leiria

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

28 de Outubro de 2026
A categoria de longas teve espaço em Pombal pela primeira vez e premiou Óculos de Sol Pretos

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

28 de Outubro de 2026
Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?