PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Economia

Exploração de pinho em Ourém cai para metade em duas décadas

Na zona da Pederneira, devido ao incêndio de 2012, arderam cerca de seis mil hectares que provocaram “abandono “ e “colapso florestal”.

Daniela Franco Sousa Daniela Franco Sousa
1 de Junho de 2016
em Economia
Exploração de pinho em Ourém cai para metade em duas décadas
Share on FacebookShare on Twitter

Em cerca de duas décadas, de 1974 e 2013, a área de exploração do pinho bravo caiu quase para metade no concelho de Ourém, descendo de 15300 para 8200 hectares. Para isso contribuíram os grandes fogos que deflagram no concelho, em 2005 e em 2012, e o abandono das propriedades. Os números fizeram parte do diagnóstico traçado por Pedro Cortes, da Geoterra, apresentado terça-feira na Câmara de Ourém, no âmbito da visita ao terreno e da discussão sobre a Reactivação da Intervenção Humana para Recuperação do Pinho em Zonas de Minifúndio, da qual fizeram parte Vítor Poças (presidente da AIMMP-Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal), Amândio Torres (secretário de Estado das Florestas) e Paulo Fonseca (presidente da Câmara de Ourém).

Na zona da Pederneira, devido ao incêndio de 2012, arderam cerca de seis mil hectares que provocaram “abandono “ e “colapso florestal”. O resultado são perdas anuais de 1,5 milhões de euros, estima Pedro Cortes. Por outro lado, contrapõe o engenheiro, com a criação exemplar da Zona de Intervenção Florestal de Seiça, e graças ao trabalho articulado entre proprietários e junta de freguesia, foram criados 4300 hectares de floresta ordenada e rentabilizada.

Sempre que a mata arde não é o preço do pinho que sobe, salienta Vítor Poças. O que acontece é o encerramento das empresas que trabalham com esta matéria-prima, nota o presidente da AIMMP. Por isso se explica que a fileira já tenha tido mais de mil serrações e conte agora com cerca de 300, frisa Vítor Poças.

Leia mais na edição impressa ou torne-se assinante para aceder à versão digital integral deste artigo.

Tópicos: MadeiraOurém
PartilharTweet

Mais informação

Creche resultou de um investimento municipal superior a um milhão de euros
Sociedade

Ourém conclui terceira hasta pública para concessão de creche das Louçãs

23 de Outubro de 2026
Vizinhos actuam no domingo, às 19 horas
Viver

Bispo, Vizinhos e UHF actuam na Feira Nova de Santa Iria, em Ourém

20 de Outubro de 2026
Centro trabalha a recuperação física e psicológica
Sociedade

Centro de reabilitação em Ourém já recebeu 50 militares ucranianos feridos

17 de Outubro de 2026
Próxima publicação
Hiroshima

Hiroshima

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

MAIS VISTOS

Factos foram julgados no Tribunal de Leiria

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

28 de Outubro de 2026
A categoria de longas teve espaço em Pombal pela primeira vez e premiou Óculos de Sol Pretos

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

28 de Outubro de 2026
Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Segundo a autarquia, as comportas provocam eutrofização no Arunca

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

28 de Outubro de 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?