– Já não há paciência… para a “sociedade do espectáculo”, da cobertura das televisões nacionais a eventos mediáticos. Guy Debord já o dizia em 1967: “O espectáculo é uma droga para escravos»
– Detesto… acordar tarde!
– A ideia… é passarmos a ser todos “nómadas digitais” no nosso próprio país! (Ironia…)
– Questiono-me se… o que é a felicidade? Para onde caminhamos? Que Estado Social é este que falha sempre que mais precisamos?
– Adoro… o Baleal. Não consigo explicar (ou se calhar até consigo) a paz de espírito que encontro no Baleal.
– Lembro-me tantas vezes… dos primeiros concertos, da minha adolescência (sem telemóvel e redes sociais).
– Desejo secretamente… neste momento, bacalhau com batatas a murro! De forma mais abrangente e séria (ou talvez não): de tudo o que não posso ter (ou que ainda não tenho!)
– Tenho saudades… do Pinhal de Leiria, verde, flamífero, deslumbrante. Das férias na Praia do Pedrogão e da Stressless.
– O medo que tive.. é recorrente: medo da morte e de perder quem mais amo. Não há preparação possível.
– Sinto vergonha alheia… da carga fiscal de Portugal. Nem falo dos 23% do IVA (contra os 21% de Espanha ou os 19% da Alemanha) mas sim dos Impostos sobre o Trabalho. Ver o estado a engordar e – concomitantemente – assistir ao depauperamento dos serviços públicos nunca é um bom sinal.
– O futuro… temos todos os motivos para sermos misantropos neste mundo. Mas nada nos adianta viver continuamente em depressão. Portanto, venha de lá esse futuro para o abraçarmos!
– Se eu encontrar… uma cura para o cancro, partilharei com o mundo!
– Prometo… não faço promessas. Traço metas e objectivos – pessoais e profissionais – que tento cumprir.
– Tenho orgulho… da minha mãe! Se calhar é uma boa altura para lhe dizer.









