Sobe o pano e há dois actores no palco: Pedro Oliveira e Vitória Condeço. Desaguam em Leiria na segunda metade dos anos 80, ele vindo de Queluz e ela com raízes em Évora. Inicialmente, juntam-se a grupos profissionais de teatro, como o Tela e a Columbina, mas o fim do financiamento atribuído pelo Governo torna a cidade pequena, demasiado pequena, para quem se move no sector da cultura.
“Deixaram de ter apoio do Estado e acabaram”, explica Pedro Oliveira, em conversa com o JORNAL DE LEIRIA. “Desapareceram todos. E quem ficou cá a olhar um para o outro fui eu e a Vitória, um de uma companhia e outro de outra. E então aproveitámos a estrutura das Quatro Estações”.
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