Tomou posse há cerca de cinco meses. Quais os desafios que tem?
Será dada continuidade ao trabalho da direcção liderada pelo professor Manuel Nunes, e estamos a seguir o plano de actividades que já estava determinado, nomeadamente fazendo, em conjunto com os clubes, uma política de proximidade, com presença assídua nos eventos dos clubes quando somos convidados, em estreita ligação com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
Continua a verificar-se esse crescimento no número de atletas?
Sim, na época 2024-25 registou- -se o maior número de inscrições de atletas desde sempre. Cerca de 13.300. Tivemos a inscrição de quatro mil agentes desportivos e 200 árbitros e realizámos mais de dez mil jogos. Esta época desportiva, o número de inscrições segue a bom ritmo. Isso deve-se, sobretudo, ao dinamismo dos clubes, porque a maior parte é formado por dirigentes benévolos e conseguem fazer um trabalho de excelência nas suas comunidades, o que é uma mais-valia para cada localidade. Se há 20, 30 anos uma instituição desportiva era onde se jogava futebol, hoje é muito mais do que isso. Há a transmissão dos valores, da ética, do respeito e do espírito de grupo. Hoje os clubes são certificados. Aliás, há uma grande aposta no processo de certificação e nós, na época transacta, conseguimos que fossem ao processo de certificação 104 entidades e 94 delas foram certificadas pela FPF. Esta época desportiva temos já cerca de 100 clubes a irem ao processo de certificação.
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