Executado há cerca de quinze anos, o investimento de três milhões de euros em infra-estruturas de saneamento feito na zona serrana de Porto de Mós nunca foi usado. Isto porque, a rede em baixa, que liga as casas ao emissário que conduz os resíduos até à estação de tratamento, nunca foi executada e pode nunca vir a ser feita.
“É impossível avançar com a rede em baixa neste tipo de territórios, de baixa densidade e com dispersão das habitações e aldeias, sem fundos comunitários”, assume Jorge Vala, presidente da câmara. O autarca adianta que a solução que está agora em cima da mesa passa por o município assegurar o serviço de recolha de efluentes domésticos através do despejo de fossas e o seu encaminhamento para tratamento.
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