“Parecia um cenário de guerra”. É esta a imagem que João Marques, dos Bombeiros Voluntários de Seia, guarda do primeiro impacto que teve quando chegou à região, para participar nas acções de assistência à população afectada pela depressão Kristin.
Chegou a 1 de Fevereiro, quatro dias depois do temporal, mas a destruição era (e ainda é) devastadora.”Estava tudo destruído. As árvores caídas, as casas sem telhado e o desespero das pessoas”.
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