“Quase todos os dias temos pessoas a bater à porta, à procura de uma vaga [em lar]. E a resposta é sempre a mesma: não há. Temos camas livres, mas não as podemos usar”.
O desabafo é de Susana Silva, directora técnica do Centro Social e Paroquial da Freixianda, instituição do concelho de Ourém que está “há um ano à espera” de rever o acordo com a Segurança Social (SS) que lhes permitirá ocupar as 14 novas camas criadas no âmbito da remodelação e ampliação da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI).
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