A depressão Kristin transformou-se “na maior crise de sempre” para o sector da suinicultura em Portugal. Segundo David Neves, presidente da Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores, a intempérie afectou metade da produção nacional, nas explorações de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Centro, sendo que é nesta última que os efeitos se sentem com maior expressividade.
Segunda-feira, ainda eram 52 as suiniculturas da região de Leiria que estavam a trabalhar com recurso a geradores. “Em termos médios, manter um gerador, para alimentar os animais, custa cerca de 500 a 600 euros por dia”, alerta David Neves, para quem esta situação, prolongada desde 28 de Janeiro, é “insustentável”.
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