Poucos foram os edifícios que escaparam à fúria dos ventos da depressão Kristin na região, que também causou sérios danos nos quartéis dos bombeiros, do comando e postos da GNR e no comando e esquadras da PSP. Mesmo ‘feridos’ no coração das suas estruturas, os operacionais nunca deixaram de prestar a sua missão. Minutos depois estavam nas ruas, numa tentativa de manter as vias desobstruídas e acudir a quem mais precisou.
Um mês depois, a devastação continua à vista, apesar de militares, agentes e bombeiros terem arregaçado as mangas e procurado minimizar os estragos.
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