Empurra daqui e dali em passo acelerado. É mais um dia de muito trabalho para Natália Loureiro, que, depois de atestar a carrinha, tem várias casas para visitar e distribuir alimentos. Tem sido sempre assim, desde que a depressão Kristin assolou a região.
Natália, de 56 anos, esquece a fibromialgia, a diabetes e outras tantas mazelas, para, voluntariamente, acudir à população.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.
Login se tiver comprado









