“Estávamos a ver o futebol, quando surgiu a notícia do sismo e eu e a minha mulher ficámos muito assustados, porque não conseguia contactar com o meu irmão. Ligava e ninguém atendia”, conta Daniel Freitas, radicado em Leiria há vários anos.
Os venezuelanos que vivem na região de Leiria estão a acompanhar com preocupação a tragédia dos sismos de magnitude 7,2 e 7,5, que ocorreram no dia 24, a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, segundo a Lusa.
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