Quando se fala de ondas de calor, as imagens escolhidas pelos media para as ilustrar privilegiam crianças a brincar em fontes e directos de veraneantes a banhos nas praias.
A realidade, porém, é cada vez menos idílica. Pelo menos, desde o início da década, o sol, que foi símbolo de lazer, transformou-se naquilo que a embaixadora do Pacto Europeu para o Clima em Portugal, Bárbara Costa, apelida de “assassino silencioso”.
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