Defende uma universidade de nova geração. Em que se traduzirá?
Vamos avançar com a Agenda para a Transformação e perceber o que é que as comunidades externa e interna entendem que deve ser a estratégia a seguir por esta nova universidade e o tipo de instituição que o território precisa. Esta própria metodologia de definir a estratégia demonstra que é uma universidade diferente. Estamos num período de instalação, o que nos vai permitir definir o que deve ser: uma instituição mais aberta ao exterior e trabalhar no sentido de contribuir para a melhoria da sociedade em geral. É isso que é uma universidade de nova geração.
Muita da força do Politécnico de Leiria era ir ao encontro das necessidades do mercado de trabalho. Esse ensino vai-se perder?
Vamos manter, obviamente, porque o território, as empresas e a sociedade em geral precisam de um ensino mais aplicado. Agora, há grandes desafios, nomeadamente geopolíticos e tecnológicos. Não basta formar para fazer, é preciso formar para pensar e ajudar as empresas a criar mais valor, a fazerem de forma diferente e a inovarem mais. Para isso, temos de dar outro tipo de capacidade aos nossos jovens, principalmente mestres e doutores.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.










