PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Opinião

Stress a stress, enche o copo

Não podemos viver permanentemente assoberbados, mesmo quando compreendemos a origem do nosso stress

Cláudia Camponez, psicóloga educacional Cláudia Camponez, psicóloga educacional
27 de Outubro de 2026
em Opinião
Share on FacebookShare on Twitter
Cláudia Camponez, psicóloga educacional
Cláudia Camponez, psicóloga educacional27 de Outubro de 2026

No mês de outubro assinala-se o Dia Mundial da Saúde Mental, uma data que, desde 1992, procura sensibilizar para a importância da saúde mental, reduzir o estigma a ela associado e promover políticas de acesso universal aos cuidados.

A esse propósito, falo-vos do stress, um fator que pode agravar problemas de saúde mental e física.

O stress é uma resposta biológica essencial à sobrevivência, moldada ao longo da evolução humana. Contudo, a natureza das ameaças que enfrentamos mudou e muitas já não são pontuais, nem desaparecem quando termina o acontecimento que as desencadeou.

Ouso, por isso, afirmar que o stress de agora não é como o de outrora. O de agora tende a prolongar-se no tempo, pois as exigências atuais dificultam os momentos de pausa e recuperação.

O estilo de vida que levamos, aliado à capacidade humana de recordar, antecipar e imaginar, pode manter-nos presos a preocupações que nem sempre conseguimos deixar para trás.

O nosso corpo mobiliza energia e ativa mecanismos fisiológicos que nos preparam para agir perante uma ameaça. Quando o perigo passa, espera-se que estes sistemas recuperem o funcionamento habitual. Há um ligar e um desligar.

No caso do stress crónico, há uma ativação repetida ou persistente destes mecanismos, e isso pode comprometer a regulação do organismo e afetar o nosso bem-estar.

Assim, reconhecer sinais de stress antes de se chegar ao limite é fundamental. Irritabilidade, tensão muscular, cansaço persistente e sono alterado podem ser sinais de stress prolongado.

Estabelecer limites à disponibilidade permanente é também essencial, assim como proteger o tempo de descanso, assegurando um sono suficiente e reparador.

Depois, há que distinguir o que podemos mudar e o que temos de aprender a enfrentar.  Não podemos viver permanentemente assoberbados, mesmo quando compreendemos a origem do nosso stress.

Há situações que nos mantêm sob pressão durante anos e, nesses casos, não basta aprender a suportá-las: é importante procurar ajuda.

Estar ligados às exigências da vida não deve desligar-nos de nós próprios.

 

Tópicos: Cláudia Camponezopinião
PartilharTweet

Mais informação

Opinião

A (ir)relevância de lamber um ecrã

27 de Outubro de 2026
Paulo José Costa, psicólogo clínico
Opinião

Data centers e a fome por recursos

26 de Outubro de 2026
Ana Pires, Doutorada em Eng.ª do Ambiente
Opinião

Torreense vs Sunderland: ganhou a cidade de Leiria

25 de Outubro de 2026
Miguel Bilhota Xavier, professor e presidente da InPulsar
Próxima publicação
Assalto ao castelo

Assalto ao castelo

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

Assalto ao castelo

Stress a stress, enche o copo

A (ir)relevância de lamber um ecrã

Cerca de 200 pessoas voltaram a manifestar-se em Leiria pelo acesso à habitação

MAIS VISTOS

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

28 de Outubro de 2026
Marta Bento, estudante de Relações Internacionais
Assalto ao castelo

Assalto ao castelo

27 de Outubro de 2026
Fernando Ribeiro, músico

Stress a stress, enche o copo

27 de Outubro de 2026
Cláudia Camponez, psicóloga educacional

A (ir)relevância de lamber um ecrã

27 de Outubro de 2026
Paulo José Costa, psicólogo clínico
Fonte luminosa encheu-se com apelos a lutar por melhores condições de vida

Cerca de 200 pessoas voltaram a manifestar-se em Leiria pelo acesso à habitação

27 de Outubro de 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?