Uma semana “cheia de surpresas”, “memorável”, com “ceias brutais que podem, ou não, ter chegado a incluir polvo à lagareiro de madrugada”. Mais de um mês após o laboratório de criação musical da Omnichord, Miguel Rolo ainda está sob o efeito da viagem, que quase parece um sonho “entusiasmante e divertido”, que é obrigatório partilhar. “Claro que recomendo o Omnilab a um amigo”, exclama. “Tive a oportunidade de conhecer malta muito fixe, de estar com músicos que adoro e de aprender mais do que consigo explicar”. Tudo de forma “totalmente livre e criativa”, realça. E sem custos para o utilizador.
De entre os instantes inesperados, o vocalista e guitarrista de Vieira de Leiria destaca o tema original “É o que é”, desenvolvido com Afonso Pedro, Francisco Cavadas, Martim Pereira e Simão Lopes, os outros participantes do Omnilab #5. “Porque, num combo como o nosso, com influências completamente distintas desde o black metal ao shoegaze e ao rock psicadélico, acabou por ser malha muito soft e com o seu quê de pop”.
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