Uma publicação feita numa página privada do Facebook fez soar os alarmes. Havia uma empresa que “queria abrir um buraco com 76 hectares” na zona da Barosa, em Leiria, no âmbito de um pedido para prospecção e exploração de inertes.
Após alguns telefonemas e pedidos de informação junto de entidades competentes, um grupo de “filhos da terra” ficou a saber que o processo estava em fase final de consulta pública e que a câmara e a união de freguesias já tinham dado parecer favorável condicionado.
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