Numa antiga escola primária na zona de Santa Eufémia, as salas coloridas permitem dar asas à imaginação. A terra é um dos cenários privilegiados. As crianças podem criar sem limites, utilizando tampas, cartões, papel, tecidos, “materiais de fim aberto”, que se transformam em objectos de brincadeira. Jogos lúdicos e leitura de contas também integram as actividades, que estão muito relacionadas com a parte de psicomotricidade e artes.
“A partir de uma história dá para trabalhar imensas coisas. Fazemos as saídas ao exterior, pelo que há muita exploração do espaço e a nível sensorial”, assume Salomé Bento que, a par com a sua irmã Filipa Bento, é uma das mentoras desta comunidade de aprendizagem.
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