A chegada à feira de Pataias antecipa sempre grande reboliço. À entrada, formam-se filas de carros, autocarros, “papa-reformas”, gente nova e menos nova fura o trânsito a pé e de bicicleta. Cruzam-se grupos de ciclistas e de motociclistas, colhem-se assinaturas para petições, donativos para travar doenças, moedas para pensos ou para o Borda D’Água.
E no recinto, ainda cedo, pelas 10 da manhã, é já forte o aroma a frango assado, que convida os famintos madrugadores a sentar nos restaurantes. Às modestas mesas de plástico chegam ricos pratos de frango assado no churrasco, morcelas ou bifanas, toda a variedade de sumos, colas, cervejas e os clássicos copos de três.
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