José Maria Querido deu os primeiros passos no andebol pelo Ateneu de Leiria e, antes de dar asas ao andebol no AC Sismaria, jogava pelo Sporting Marinhense. Hoje, sem papas na língua, assume-se como “pai do andebol em Leiria” e lembra-se que a pior coisa que um treinador podia fazer era deixá-lo no banco.
Dia e noite, a vontade era ter uma bola nas mãos para saciar a vontade de rematar. Antes de estar ligado ao AC Sismaria, já fazia parte da sua história. “Assentei arraiais aqui com 11 anos. Na altura, o clube abria quando apetecia aos dirigentes, as pessoas trabalhavam”, lembra.
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