“Foi o ballet que me chamou”. É com esta expressão que Margarida Gonçalves explica a sua ligação à dança, que começou aos três anos no Conservatório Internacional de Ballet e Dança Annarella Sanches, onde fez toda a sua formação. Há três anos, cumpriu o sonho de se tornar bailarina profissional, ao ser contratada pela companhia Balet DJKT, na Chéquia, onde a jovem leiriense tem assumido papéis principais em vários espectáculos. Já nesta temporada, foi também convidada para dar aulas.
A conversa com o JORNAL DE LEIRIA acontece num dos raros fins-de-semana sem espectáculo. Margarida Gonçalves começa por explicar que foram os pais, naturais de Mira de Aire, no concelho de Porto de Mós, a desempenhar um papel preponderante na descoberta da sua paixão pela dança, mesmo que inconscientemente.
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