Nos 25 anos do Museu do Vidro, o investigador Jorge Custódio reacende o debate sobre o espaço onde se destaca uma rara garrafa de seis vinhos – concebida para o rei D. Carlos I, a original, em 1892 – e o lustre de cristais lapidados de que a Casa Branca (nos Estados Unidos) encomendou uma réplica duas vezes maior.
Único orador na conferência agendada para 13 de Dezembro, na Marinha Grande, iniciativa do município para assinalar a data, Jorge Custódio defende a “remodelação” do Museu do Vidro, em que vê potencial “para ser um museu do vidro de Portugal” e “conquistar a liderança”, se “mudar de paradigma”, porque actualmente, considera o historiador, “não é verdadeiramente um museu no sentido moderno da palavra”.
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