José, de 69 anos, tem dormido em carros abandonados. Recentemente, ocupa um sofá na casa de um amigo. Trabalhava na Bélgica, em 2020, quando a pandemia travou o sector da construção, e viu-se foi forçado a regressar à Marinha Grande. Desde então, não conseguiu encontrar mais nenhum emprego e, com uma reforma de 340 euros, não tem condições para pagar renda.
No final deste mês, também o senhor Ferreira estará na rua. Aos 55 anos, a sobreviver com um magro subsídio de desemprego, o antigo operário conta que o senhorio já lhe disse que vai precisar da casa. “Não tenho alternativa”, lamenta ao nosso jornal.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.












