Analisar as virtudes e defeitos de um documento tão extenso e importante para a vida de empresas e cidadãos como um Orçamento do Estado (OE), jamais é tarefa fácil.
É preciso pesar benefícios e malefícios, fazer contas, analisar perspectivas e, acima de tudo, “prever” o impacto que o documento terá no quotidiano, nos próximos 12 meses, a contar da sua entrada em vigor.
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