Completaram-se, este domingo, dois anos desde que tomou posse como presidente da câmara. Que balanço faz da primeira metade do mandato?
Houve uma forte capacidade de resposta do município aos desafios que surgiram, além de darmos cumprimento ao programa eleitoral. Mas, o principal balanço é feito pelas pessoas. Pelo feedback que recebemos, acho que estamos a responder às expectativas, sabendo que, em dois anos, muita coisa mudou. A capacidade de resposta e de adaptação de Leiria, no seu todo, ao novo contexto social é, de facto, extraordinária. Refiro-me, por exemplo, à explosão demográfica, à inflação, ao disparar dos custos com a habitação e aos novos problemas de mobilidade. São as dores de crescimento de uma cidade que se está a transformar. Temos mais pessoas a residir em Leiria e, consequentemente, mais carros a circular.
Têm também surgido alguns problemas de segurança.
O que mais me assusta é que Leiria perca a imagem de cidade segura. Não tolero agressões em discotecas ou na via pública. Foi por isso que se actuou para fechar o Mandarim e agora vamos fazer tudo para que feche a discoteca Guilt. Não posso aceitar determinados comportamentos que destroem um dos nosso trunfos: o sermos uma cidade segura. O que acontecerá se perdermos esse capital? Não podemos tolerar comportamentos que ponham em causa a segurança.
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