O estudo e, sobretudo, a Matemática sempre foram uma “diversão” para Fátima Mota. De tal forma, que em criança, quando a chaminé da casa da avó se incendiou e temendo que o fogo alastrasse, a sua preocupação foi correr para salvar a mochila da escola e os livros. Não foi, por isso, surpresa que tenha escolhido a área científica, acabando por se formar em Engenharia Química.
Nascida no Brasil, onde os pais – naturais de Bidoeira de Cima, Leiria – estiveram emigrados até que completou quatro anos, Fátima Mota tem feito carreira em França, onde é investigadora no Centro Nacional de Investigação Científica. Em paralelo, participa em vários projectos com as agências espaciais francesa, europeia e americana, que implicam experiências sem gravidade e voos parabólicos.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.









