Apesar de a escassez de mão-de-obra ser um dos grandes constrangimentos da actividade, os proprietários de viveiros com plantas ornamentais vivem uma fase próspera, impulsionada pelo confinamento motivado pela Covid-19.
Nos Viveiros Quinta da Gândara, de Leiria, o negócio familiar, iniciado em 1986, já atravessou três gerações. Sara Simões, neta do fundador, explica que, da propriedade de cerca de 40 hectares, uma parte é dedicada à produção de plantas ornamentais. Além de trabalhar com fornecedores nacionais, os Viveiros Quinta da Gândara também importam flores da Holanda, França, Espanha e Itália.
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