Quase 30% da água captada e tratada na região perde-se em fugas e roturas de condutas e de ramais e em extravasamento de reservatórios. São as chamadas perdas reais, que não incluem os furtos e os consumos autorizados e não facturados, como a água usada no combate a incêndios.
De acordo com a análise da Associação Portuguesa de Distribuição de Água ao último relatório do sector feito pela Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos (ERSAR), em 2022, entraram na rede de 12 concelhos da região (excluem-se os municípios do norte do distrito porque os dados estão todos agregados aos da empresa intermunicipal APIN) cerca de 42,3 milhões de metros cúbicos de água. Destes, quase 11,8 milhões, ou seja, 27,7%, perderam-se antes de chegar às torneiras.
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