Às primeiras horas da manhã, é grande o movimento no cais de embarque para as Berlengas, em Peniche. O bom tempo anunciado para o fim-de-semana é aproveitado por muitos para uma viagem à ilha, um dos ex-libris da região, com águas cristalinas, grutas, um forte secular e 79 hectares de paisagem granítica que serve de abrigo a espécies únicas.
A viagem, feita numa das embarcações turísticas a operar entre Peniche e a Berlenga, a única ilha do arquipélago que é visitável, decorre sem grandes sobressaltos. “Hoje, temos mar de senhora”, brinca um dos funcionários da empresa, recorrendo a uma expressão usada pelos pescadores para se referirem à fraca ondulação. Quarenta e cinco minutos depois, terra à vista.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.















