Como começou o seu interesse pela área da Inteligência Artificial (IA)?
No tempo em que estive a fazer o mestrado já havia uma disciplina chamada Controlo Inteligente, e já havia algumas unidades curriculares que integravam componentes associadas à IA. Foi mais ou menos nessa altura, aproximadamente em 2003 ou 2004, que me comecei a interessar, apesar de a IA que conhecemos agora ser diferente. O meu percurso académico foi na área da robótica e, no meu caso, a IA foi uma coisa natural. Para resolver alguns problemas, havia necessidade de aplicar o que, na época se chamava Expert Systems – sistemas inteligentes -, sendo que agora a tendência tem sido a aplicação de uma nova tecnologia chamada Deep Learning ou aprendizagem profunda. É a sequência natural. Não há propriamente uma transição de um tipo de solução para o outro. Como tudo na ciência, é cumulativo.
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