A experiência do teletrabalho, imposta pela pandemia, levou Ricardo Figueiredo a querer mudar de vida. Gerente numa cadeia de fast-food, que implicava que o desempenho de funções fosse “100% presencial”, acabou por fazer um curso de programação, que lhe abriu a possibilidade de trabalhar remotamente.
Com a nova formação, mudou de emprego. Ingressou numa instituição bancária em regime híbrido, ficando uns dias em casa e outros no escritório. Os primeiros tempos correram bem, até que começou a sentir-se obrigado a retomar o trabalho presencial. Essa pressão foi o empurrão que precisava para procurar um novo emprego, com regime “mais flexível”.
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