De “consciência tranquila” e “convicto da licitude” da sua conduta. Assim se declara o anterior presidente da câmara de Pombal, que está acusado pelo Ministério Público de dois crimes de peculato pelo uso do veículo do município enquanto fez o 43.º Curso de Defesa Nacional.
Ao contrário do defende o MP, que considera que a frequência do curso foi a “a título pessoal e para enriquecimento curricular”, Diogo Mateus alega que se trata de formação de “inquestionável interesse público”.
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