“A exploração não pode avançar. Há linhas de água na área abrangida e aldeias cheias de casas nas imediações. O dinheiro não pode valer mais do que as populações”. O desabafo é de Adriano Neto, presidente da Junta de Amor, freguesia que, a par de Marrazes e Barosa, está a promover um abaixo-assinado contra a atribuição de concessão para prospecção e pesquisa de areias e caulino (argila) naquelas localidades.
Em causa está um pedido feito pela empresa Sorgila para pesquisa numa área de 76,6 hectares, entre a Barosa e a zona do Casalito (Amor), contestada por autarcas e população. No sábado, cerca de duas centenas de pessoas participaram numa sessão de esclarecimento, onde foi aprovado um abaixo-assinado e feito um apelo à participação na consulta pública, que termina esta sexta-feira, dia 24 e cujos contribudtos devem ser feitos através do portal participa.pt.
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