Tinha 14 anos quando começou a trabalhar no Pinhal do Rei. Foi resineira, cortou mato e colaborou na serração. Com uma vida profissional dedicada à Mata Nacional de Leiria, Elisa Évora é uma das poucas moradoras do bairro de Pedreanes, aglomerado de casas florestais, que resiste numa das entradas da cidade da Marinha Grande, onde se guardam memórias de tradições, ofícios e lugares que se esfumaram.
O incêndio florestal de 2017, o declínio de muitas profissões associadas ao pinhal e o próprio abandono das casas das matas, muitas delas agora vazias e degradadas, são alguns dos seus lamentos.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.
Login se tiver comprado










