Numa esplanada em Monte Redondo, pela manhã, o sol soa a liberdade. Maksym, que já fala a língua do país de acolhimento, brinca com o amigo, diz que Evgeniy “não quer aprender português”. E ri-se: “é preguiça”.
Há um ano, com a agressão da Ucrânia pela Rússia a desencadear os primeiros combates e bombardeamentos, os dois viajaram de carro durante 3.300 quilómetros para salvar as famílias da guerra e colocá-las em lugar seguro.
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