Se continuasse no mesmo formato, o Sinopse “não passaria de mais um festival de teatro, à semelhança de outros que para aí há”. Quem o diz é o director do Te-Ato, e programador do Sinopse, Miguel Sarreira. “Não conseguiríamos diferenciar-nos nem crescer”.
Daí, a mudança. Em vez de se apresentar concentrado em algumas semanas, o Sinopse passa a estender-se ao longo de vários meses, entre Fevereiro e Dezembro, com um programa que procura “não estar fechado no teatro” e ambiciona atrair espectadores e artistas mais jovens.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.
Login se tiver comprado










