Amanhã, dia 31 de Janeiro, o Sport Operário Marinhense (SOM) celebra 100 anos de actividade intensa, com contributo na formação de artistas e de atletas, mas também de promoção de valores democráticos e até de impulso à indústria da Marinha Grande. O tempo é de festa, mas é também de reflexão sobre o futuro da colectividade.
“Queremos criar uma escola artística de referência”, refere a presidente, Cristina Carapinha. E nos tempos que se avizinham, a dirigente antevê dois grandes desafios. Por um lado, a conservação e a manutenção das instalações, que são antigas. Por outro, garantir a sucessão. “A direcção trabalha em regime de voluntariado e todo o tempo que dedica à associação é tempo que retira às suas famílias”, um espírito que já não é comum entre as novas gerações, constata.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.










