Imagine-se um país aquém da modernidade e uma ideia quase revolucionária a emergir nos arredores de Leiria: mais importante do que colocar músicos no palco é colocar a música (e a arte) na vida das pessoas.
“A grande inovação”, como lhe chama Alberto Roque, co-director pedagógico da Sociedade Artística Musical dos Pousos (SAMP), materializa-se a 3 de Outubro de 1992 com a abertura da Escola de Artes SAMP e um plano de estudos que logo no começo junta a música com o teatro, a dança e a expressão plástica.
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