“O xadrez é a vida”, diz muitas vezes, “tem a abertura, o meio jogo e o final”. Mas a vida, neste caso, também tem uma mala cheia de histórias coleccionadas pelo mundo, carregada pela paixão arrebatadora por um jogo de tabuleiro e blindada com um amor repleto de companheirismo.
Carlos Oliveira Dias, de 62 anos, nasceu e cresceu em Moçambique. Tinha apenas oito anos quando percebeu que ficava “fascinado” a ver o pai e o tio, campeão nacional, a jogarem xadrez aos domingos de manhã.
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