Face ao contexto de aquecimento global e de alta dependência de energia fóssil, que tem sujeitado as empresas à volatilidade e à subida de preços, as grandes indústrias de vidro da Marinha Grande já começaram a apostar nas mais variadas medidas que lhes permitam seguir no caminho da descarbonização, com a introdução de energias alternativas e renováveis.
A adopção de painéis solares para auto-consumo, a construção de fornos mais modernos e a incorporação de mais vidro reciclado na produção são algumas das medidas em curso. Mas, além destas apostas, urge implementar na região o projecto de hidrogénio verde, que, do ponto de vista dos responsáveis pelas fábricas, bem como do próprio presidente da Câmara da Marinha Grande, dada a premência da infra-estrutura, carece de um impulso bem maior do que aquele que tem sido dado por parte do sector público.
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