Devoção, dedicação, amor e ternura. São quatro palavras que não resumem tudo o que sentem e oferecem os cuidadores informais. Incapazes de deixarem os seus entes queridos numa instituição, mesmo que seja por um breve período de férias, os cuidadores com quem o JORNAL DE LEIRIA falou são o espelho das centenas que existem por todo o País e a quem os apoios não chegam, muitas vezes, por falta de informação.
Para eles, a prioridade é o outro. O outro está primeiro, o outro importa acima de tudo. Só em limite assumem alguma dificuldade, pois consideram-se quase super-mulheres (nestes casos todas do sexo feminino) onde o impossível não existe.
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