Começou a praticar kickboxing há cerca de uma década porque o pai tinha cinco filhas e queria que se soubessem defender. No início achava que não ia gostar daquilo, ao fim de um ano já estava a competir e acabou por ser a única que nunca mais parou.
“Adoro isto porque é muito mais do que a malta pensa. Não são apenas murros e pontapés, nem sequer é violento, é uma modalidade com regras, com muita disciplina dentro e fora dos treinos e um jogo onde se está sempre a aprender e evoluir”, explica, sobre o que a leva a achar o kickboxing “extremamente motivador”.
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