Foi para a Ucrânia há seis meses “atrás do sonho de ser jogador de futebol”. Estava a descansar de um dia de treinos quando foi acordado durante a madrugada “com barulhos de explosões e mensagens da equipa a dizer que a guerra tinha estourado”.
Alessandro Filho arrumou tudo o que tinha mas acabou por sair de Kiev apenas com uma mochila com a qual teve de caminhar 35 quilómetros com os colegas para chegar à Polónia. “Depois demorámos um dia a passar a fronteira porque havia muita gente e eu só pedia a Deus que isso passasse”, recorda o brasileiro de 23 anos que ainda tem presente “os barulhos das explosões” e “as ruas com tanques de guerra e soldados”.
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