A dificuldade aguça o engenho. E foi isso que, ao longos dos séculos, fizeram as gentes das aldeias serranas de Porto de Mós para tentar reter, o máximo possível, a água da chuva, seja através de simples pias, da canalização da água dos beirados para cisternas, de poços que ainda hoje povoam aquelas zonas, ou dos designados Telhados de Água de Serro Ventoso e da Mendiga.
Aqui, a água é recolhida através de um lajedo natural, uma encosta em pedra, para depósitos, depois de passar por várias fases de filtragem. Daí, é canalizada para o fontanário existente no centro da povoação, “própria para consumo”.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.









