Chegam introvertidos, muitas vezes revoltados e sem a mínima vontade de estreitar relações com o País que os acolhe. Mas, para muitas crianças e jovens ucranianos, recuperar a alegria e a fé no futuro tem sido possível graças aos inúmeros clubes, associações e academias, que lhes têm permitido retomar treinos de futebol, desafios de xadrez, aulas de música ou de dança. A integração pode afinal ser leve como uma pirueta e rápida como um golo certeiro.
A liberdade que chega atrás do xadrez
Damian Korniienko, de 8 anos, deixou a cidade de Okhtyrka para trás para encontrar a paz num hostel da Batalha, onde está instalado com a mãe, as avós e a irmã. Mas não foi apenas o cenário de guerra que ficou na Ucrânia. Foram também as memórias dos bons dias passados com os amigos a jogar xadrez.
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