As galinhas do catálogo de 1901 – fabricadas até ao anos 90 – aparecem no fim do percurso sugerido ao público e resumem a longevidade e omnipresença da empresa e das empresas que a antecedem. “Embora muitos portugueses não conheçam o nome, têm em casa peças da Ivima”, realça Pedro Moura Carvalho, comissário da exposição patente na Marinha Grande que atravessa um século de vidro utilitário e decorativo para homenagear o resultado do encontro entre artistas plásticos e mestres vidreiros.
Histórias da Ivima, inaugurada em meados de Dezembro, é a primeira de uma série de exposições sobre as fábricas da capital do vidro e tem o “objectivo claro” de “pôr a Marinha Grande no mapa do design português”, porque, segundo o coleccionador, investigador e historiador de arte, “é imprescindível o papel da Marinha Grande e tem de ser salientado”.
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