Quando a pandemia ainda travava a actividade turística, muitos proprietários, de segundas residências e de alojamentos locais, disponibilizaram- se para emprestar esses espaços, que estavam vagos, a quem chegava ao País fugido da guerra.
Mas agora, que o turismo retomou, há quem queira desocupar as habitações para as rentabilizar e não há muitas alternativas para os refugiados da Ucrânia. O cenário replica-se em vários pontos do distrito de Leiria.
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