Se fosse descrito pelo poeta Alexandre O’Neil, o Teatro da Rainha, de Caldas da Rainha, seria “uma coisa em forma de assim”, tal é a sua capacidade de fugir à convencionalidade.
Com quase quatro décadas de existência e trabalho de palco, esta companhia é, acima de tudo, num País onde a cultura é o parente pobre, um exemplo da palavra da moda: “resiliência”.
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